Poema do Trilheiro

“Sou trilheiro meu amigo, e vô logo lhe explicá,
Melhor esporte nessa vida, acredito que não há.
Trabaio a semana inteira, tentando o banco pagá,
Mas quando chega o sabadão, quero mesmo açulerá!

A muié logo me xinga… vê se não vai se sujá!
Sinão a sua rôpa, sua mãe qui vai lavá!
Eu até qui cuido muito, tento num mi encharcá,
Mas no primeiro atoleiro, a rôpa vai embarrá.

Encontro os companheiro no Posto, e passamos a prosiá,
No horário marcado, nóis sai bem divagá,
Pra modi os “homi” da lei, cum nóis não imbaçá!”

Autor: Milton Kai, Suzano-SP

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